O Comunismo é judeu | 06Mai2008 20:08:00
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1916O Comunismo é judeu
TODOS FOMOS levados a crer que os Comunistas são o implacáveis inimigos dos capitalistas, em especial os super-ricos, e que procuram roubá-los das suas fortunas. A verdade é bem diferente. No seu livro “O Sionismo governa o mundo”, Henry Klein, um advogado judeu nova-iorquino, escreveu: “Em 1917, Schiff, Warburg e os seus associados (banqueiros nova-iorquinos super-ricos) financiaram Trotsky [Bronstein] e Lenin [Ulyanov] os quais derrubaram o governo russo. Os seus seguidores revolucionários assassinaram o czar e a sua família e milhões de pessoas na Ucrânia... O Comunismo não é uma ameaça ao controle do dinheiro – é um instrumento de poder monetário.”
Um relatório oficial dos serviços secretos norte-americanos no tempo da Revolução “Russa” revelou que “em Fevereiro de 1916, soubemos pela primeira fez que estava a ser fomentada um revolução na Rússia. Descobrimos que as pessoas e as empresas mencionadas a seguir estavam envolvidas neste trabalho de destruição:

This official postcard, widely circulated by the Communist
government in Russia following the Jewish Bolshevik takeover,
is entitled "Leaders of the Proletarian Revolution." The postcard
reveals the Jewishness of these original leaders of the Communist
Party. All six shown, including Lenin and Trotsky, are Jews!
government in Russia following the Jewish Bolshevik takeover,
is entitled "Leaders of the Proletarian Revolution." The postcard
reveals the Jewishness of these original leaders of the Communist
Party. All six shown, including Lenin and Trotsky, are Jews!
Jacob Schiff, Felix Warburg, Otto Kahn, Mortimer Schiff, Jerome Hanauer, Charles Guggenheim e Max Breitung – directores judeus da Kuhn Loeb & Co. (banco judeu, subsidiário dos Rothschild, Nova Iorque). Não existe quase nenhuma dúvida de que a Revolução Russa, que eclodiu um ano depois da informação atrás mencionada chegou às nossa mãos, foi preparada e lançada por influências distintamente judias.”
O relatório listava todas as pessoas que obtiveram um lugar proeminente no primeiro governo soviético, desde Zinovieff [nome verdadeiro Apfelbaum] até Zibar [verdadeiro nome Martinow]. De ‘A’ a ‘Z’, eram todos judeus. (O texto completo do relatório aparece no livro “Plans of the Synagogue of Satan.)
O general russo Arsene de Goulevitch no livro “Czarismo e Revolução” confirma que foram os banqueiros judeus que financiaram a revolução. Mais tarde, (de acordo com F.J.Irsigler em “Who Makes Our Money?”) o financiamento foi entregue a um consórcio de banqueiros internacionais que incluíam interesses de J.P. Morgan e Rockefeller e Lorde Rothschild. Rothschild “gastou mais de 21 milhões de rubros a financiar a Revolução “Russa” (sic).
A participação dos financeiros na tomada de poder comunista da Rússia era bem conhecida entre os serviços secretos aliados, mas nem um dedo foi levantado para os impedir porque eles são os verdadeiros senhores do mundo.”
Numa carta publicada no The Times em 14 de Novembro de 1919, um oficial do exército britânico na Rússia Meridional – testemunha visual da Revolução Bolchevique, escreveu: “Os Bolcheviques formam aproximadamente 5% da população da Rússia – judeus. (80-90% dos Comissários são judeus). Nas cidades capturadas pelos bolcheviques os únicos monumentos sagrados não violados são as sinagogas, enquanto que as igrejas são utilizadas para tudo desde passagem de filmes a matadouros. Se um comissário, banhado em homicídio e violação, com mutilações adicionadas, acontece ser judeu, como é o caso da maioria deles, será que deveria receber um tratamento especial?” A sua carta continua e descreve com detalhes horripilantes as torturas animalescas e homicídios em massa infligidos ao povo russo pelos bolcheviques judeus.
(http://www.biblebelievers.org.au/hatred.htm#ROTH)













